segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Juréia - Terceiro dia


Terceiro dia
Na parte da tarde fizemos uma tentativa de chegar a uma cachoeira que algumas pessoas mencionaram ter na região, mas nem sinal dela. À noite nova vigília. A companhia de sempre: lua crescente e muitas nuvens no céu. Tal como na noite anterior, o detetor UFO passou a sinalizar alteração de campo repentinamente, permanecendo por horas dessa forma sem reversão. Olhei o céu noturno por diversas vezes, mas sem sinal de qualquer objeto não identificado. Vasculhei o céu também com o visor de minha câmera digital já que esses instrumentos tem a capacidade de detectar objetos no infravermelho e não devemos cometer o erro de supor que naves e alienígenas estejam necessariamente no plano físico ou na faixa de luz visível. Eles podem estar (e vários atuam dessa forma) no plano astral e visíveis somente no infravermelho.

Juréia - Segundo dia


Segundo dia
De manhã saímos para caminhar. Percorremos a pé todo o local, uma pequena vila de pescadores. Um local extremamente tranqüilo, ouve-se o barulho do mar com facilidade, o sinal de celular é fraco, internet de difícil acesso. Televisão pega somente um canal através de antena parabólica. Um local ideal para se manter distante da cidade grande e das dependências tecnológicas. À tarde CF e MF saíram para ir à praia. Quando voltaram, CF percebeu que havia perdido sua carteira. CF estava começando a ficar desesperada, quando alguém chamou pelo seu nome. Estranhamos pois ninguém sabia nossos nomes ali. Qual não foi nossa surpresa quando vimos que era um morador que viera trazer a carteira que ele encontrara. Estava tudo lá: dinheiro, cartões de crédito e os documentos. Quando andávamos pela cidade recebemos uma saudação: bom dia turistas. Era fácil perceber que éramos de fora por nossa cor, extremamente branca, pelo fato de usarmos tênis (cujo uso não é habitual no local) e pela vila ser tão pequena que todos se conhecem entre si.
À noite liguei o detetor ufo e ajustei sua sensibilidade para o limiar de detecção (o ponto de ajuste no qual a mínima variação de campo faz o aparelho sinalizar). Ao contrário do dia de ontem, o aparelho começou a tocar seus beeps em seguida. Fiz novo ajuste para equilibrar o aparelho, mas passados 15 minutos o aparelho voltou a sinalizar, ficando dessa forma até a hora que fomos dormir. Foi um pouco antes disso que MP viu um ET do tipo cinzento na cozinha, olhando para ela que estava na sala. O ser não estava no plano fisco, mas sim no astral. Mas com certeza o detetor registrou sua atividade. Observei o céu com o binóculo 10x50 e com o visor da câmera digital, sensível ao infravermelho, mas nada consegui ver.

Juréia - primeiro dia


Primeiro dia
Chegamos em um pequeno vilarejo, próximo à reserva da Juréia, no dia 2 de novembro por volta das 15 horas. Após descarregarmos os carros, demos um passeio rápido na praia. À noite fiz uma rápida vigília. O detetor UFO nada registrava. Não vi nada diferente do normal. Como estávamos cansados, todos dormiram cedo.

Cinco dias na Juréia


Finalmente depois de mais de 15 anos estudando a ufologia pude ir até a região da Juréia, a reserva ecológica que tem no sul do estado de São Paulo. A reserva é uma área fechada, não aberta ao público. Somente pesquisadores tem acesso ao local, mesmo assim após a devida autorização. Não se pode levar nada de lá, nem uma amostra de solo, nem uma planta, nada sem a devida autorização. Essa região, bem como boa parte do litoral paulista, é bastante ativa com relação ao avistamento de OVNIs. Para os ufólogos existe a suspeita de que a reserva esconde uma base extraterrestre, o que explicaria tantos avistamentos de discos voadores na região.
As atualizações desse blog não puderam ser feitas em tempo real pois na região o sinal de celular e de internet 3G é fraquíssimo e ficamos sem conexão.